Respire em mim, fundo.
Para que eu respire e viva.
E me abrace forte para eu dormir.
Suavemente segura por tudo que você me dá.
Venha agora,
Abraçar-me, tire meu fôlego.
Até que você e eu sejamos um só.
Meu anjo da morte, sonhando juntos.
E dançaremos entre os túmulos,
Escondidos, até que a morte se vá.
Ninguém sabe que existimos,
A noite pode estar chuvosa e sombria.
Mais nos braços um do outro,
Aquele anjo que soprou o hálito,
Aquece-me, e me esconde livre do mal.
Venha agora,
Abraçar-me, tire meu fôlego.
Até que você e eu sejamos um só.
Meu anjo da morte, sonhando juntos.
E dançaremos entre os túmulos,
Escondidos, até que a morte se vá.
Sua pele e seu cheiro,
O tom da sua voz, sua carta de adeus,
Embaixo do meu travesseiro.
Suas azas feridas, ter você acima de deus.
Era como meu paraíso pessoal, um céu experimental,
Me leve com você, e aquece-me, livre do mal.
Venha me buscar, leve tudo quilo que é seu.
Venha me abraçar, até que sejamos um só.
Até que toda morte se vá.
Ain cara, amei o poema! Muito mesmo.
ResponderExcluirMe senti um lixinho de escritora agora HAHAHA'
Me inspirou a voltar a escrever meus contos e poemas de novo, não escrevo eles há tempo.
Alias, me inspirou pra escrever mais do meu ultimo conto