“Não continue nessa sua vida indiferente, seja como for, apenas viva. Seja com quem for, faça o possível, de o seu melhor. Não desista.”
Hoje tenho meus próprios problemas, tenho minha própria vida mal resolvida. Você afasta os seus medos, na tentativa de fechar os olhos. Assim como eu, pra sempre. Faça melhor, aponte uma arma pra mim. Eu só preciso de uma bala. Não quero que você feche os olhos, pois eu sentiria sua falta. Eu só vou embora depois de você e você sabe disso. Sonhos, serão pra sempre e sempre. Eu não quero ter que sentir falta do seu sorriso. Não feche os olhos, por favor. Eu ainda tenho minha bala certeira no peito, àquela que irá acabar com aquilo que eu ainda chamo de coração. Eu tenho minhas próprias tentativas. Além de me sentir perdida, e como de costume sozinha, antes de ti. Sem uma arma pra dilacerar os restos daquele tal coração que ainda, não sei porque, bate em meu peito. Apenas com um sorriso, você consegue o que quiser. Essa é a ultima vez, depois de tantas vezes, cometendo os mesmos erros. Eu realmente não consigo pensar em um diasinho se quer sem você. E em meus pesadelos você vai embora. Você sorri, e fecha os olhos. Para sempre.. e não é justo. Eu prometi ficar, eu tinha que continuar, não posso nem ao menos desistir. Eu tenho a chance de ser algo bem melhor do que eu sou hoje. Mais não encontro uma saída. Impotência, dependência... Aonde iremos, querida?
Abra os olhos, abra as asas, pule daquela ponte, salte daquele penhasco, divirta-se.
Abra os olhos, abra as asas, pule daquela ponte, salte daquele penhasco, divirta-se.
O que me importa é saber se você vai continuar. É saber se vai estar bem, isso ja me libertaria dos malditos pesadelos. E há uma nova promessa a vista, um nova promessa para um novo dia... Flutuando em meio a imensidão do atlântico. Eu quero fechar os olhos, e ouvir a música, minha musica favorita. Com você. Vou alugar um par de asas, correr pro meu penhasco. Eu acredito. Mais não me importo. Então não faz sentido, não preciso mais correr, nem mais chorar, posso esperar, e esperar. Terei tempo pra deletar todas as cenas indesejadas da minha cabeça. Ainda tenho minhas escolhas, ainda tenho minhas tentativas, ainda tenho a minha bala no peito. É complicado, ainda me lembro. Mudei, mais ainda continuo a mesma. Reconheço. As mesmas pessoas, as mesmas mágoas, os mesmos medos, sempre a mesma coisa. Martelando, perfurando cada pedacinho desse coração que ainda bate por apesar de tudo ser forte. Fraco, e forte ao mesmo tempo. São minhas escolhas, são minhas palavras, só me falta um significado pra tudo, um sentido primordial(se é que eu sei realmente o significado disso).Tudo termina com um "fechar de olhos eterno" pouco a pouco, dia após dia, e eu nem percebo. Eu ainda tenho que achar o meu lugar no mundo, formar uma opinião, trilhar um caminho pra seguir em frente de verdade.Tenho que tentar. Posso mergulhar no Atlântico, nadar... nadar até achar minhas promessas, quem sabe não chego ao outro lado do mundo?
Enfim, quero achar o MEU lugar no mundo, e quero que você esteja lá, quero tudo que me faz bem. Acho que pensando assim posso abrir mão da minha bala no peito...
"Abra os olhos, abra as asas, pule daquela ponte, salte daquele penhasco, divirta-se"
ResponderExcluirLhe estenderei a mão em um singelo adeus ao seguir seu pequeno conselho, minha pequena conselheira...